Nuvemplace
Nuvemplace centralizou 40 assinaturas de software em cartões virtuais
Startup de tecnologia com time remoto passou a emitir um cartão por ferramenta e cortou cobranças duplicadas.
- assinaturas de software com cartão virtual dedicado
- 40
- em cobranças duplicadas identificadas no primeiro trimestre
- R$ 18 mil
Sobre Nuvemplace
Plataforma SaaS de marketplace white-label usada por varejistas de médio porte. Time majoritariamente remoto, com despesas recorrentes em infraestrutura em nuvem e ferramentas de software.

Conteúdo do depoimento do cliente — Nuvemplace
“Com time remoto, assinatura de software vira ponto cego. Um cartão virtual por ferramenta resolveu: se ninguém usa mais, a gente bloqueia e a cobrança para no mesmo dia.”
O desafio: a assinatura que ninguém enxerga
A Nuvemplace mantém uma plataforma SaaS de marketplace white-label com time majoritariamente remoto. Nesse modelo, a maior parte da despesa não é escritório nem viagem: é software. Infraestrutura em nuvem, monitoramento, banco de dados gerenciado, ferramentas de design, CRM, automação de marketing e dezenas de licenças pequenas contratadas por squads diferentes.
Todas essas cobranças caíam no mesmo cartão corporativo da empresa. O extrato chegava como uma lista de descritores em inglês que ninguém reconhecia de imediato, e identificar o dono de cada linha exigia uma rodada de mensagens no canal interno. Renovação anual passava despercebida, upgrade de plano feito por um squad só aparecia no mês seguinte, e cobrança em dólar variava sem explicação.
O ponto mais caro era o desligamento de ferramenta. Quando um projeto era descontinuado ou alguém saía da empresa, a assinatura continuava rodando. Cancelar dependia de descobrir quem tinha contratado, recuperar o login e, em alguns casos, abrir chamado com o fornecedor — enquanto a cobrança seguia acontecendo.
A solução: um cartão virtual por ferramenta
A Nuvemplace passou a tratar cada assinatura como uma linha de despesa própria, com um cartão virtual dedicado:
- Um cartão virtual por ferramenta, nomeado com o software e o squad responsável
- Limite igual ao valor mensal previsto, o que impede upgrade de plano sem aprovação
- Bloqueio imediato pelo painel quando a ferramenta deixa de ser usada, sem depender do fornecedor
- Conciliação automática por categoria, com o gasto de software separado do resto da operação
A migração foi feita ferramenta por ferramenta ao longo de seis semanas, começando pelas assinaturas de maior valor. Cada squad ficou responsável por trocar o meio de pagamento das próprias ferramentas, e o financeiro acompanhou pelo painel quais cobranças ainda estavam no cartão antigo.
O inventário que surgiu desse processo foi o primeiro ganho: pela primeira vez a empresa teve uma lista completa e atualizada de tudo que pagava por mês, com responsável definido.
Hoje eu abro o painel e vejo o nome da ferramenta, quem pediu e quanto ela custou nos últimos seis meses. Antes eu via um código no extrato e mandava mensagem para o time até alguém assumir. — Priscila Lemos, Analista Financeira Sênior
Os resultados
- 40 assinaturas de software passaram a ter cartão virtual dedicado e responsável identificado
- R$ 18 mil em cobranças duplicadas ou de ferramentas sem uso foram identificados no primeiro trimestre
- Cancelamento de assinatura passou a ser feito no mesmo dia, direto pelo painel
- Fechamento de despesa de software deixou de depender de rodada de mensagens com os squads
O efeito colateral positivo foi de governança: como cada cartão tem limite igual ao plano contratado, qualquer tentativa de aumento vira uma conversa antes da cobrança, e não depois dela.
O que vem agora
A Nuvemplace quer amarrar o painel de assinaturas ao ciclo de onboarding e offboarding do time, para que a entrada e a saída de pessoas disparem automaticamente a revisão das ferramentas sob responsabilidade delas.
