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Clínica Bem Viver

Seis unidades, um só painel: o controle de gastos da Clínica Bem Viver

Rede de clínicas deu autonomia de compra para cada unidade sem perder a visão consolidada das despesas.

unidades com limite e política de gasto próprios
6
das notas fiscais anexadas no ato da compra
100%

Sobre Clínica Bem Viver

Rede de clínicas de medicina preventiva com seis unidades na região metropolitana de Belo Horizonte. Administra compras de insumos e despesas de cada unidade de forma descentralizada.

Conteúdo do depoimento do cliente — Clínica Bem Viver

“Cada unidade compra o que precisa no dia a dia, mas eu enxergo tudo num painel só. Deixei de descobrir o gasto no extrato do mês seguinte.”

Ana Lúcia Ferraz, Diretora Administrativa

O desafio: crescer de duas para seis unidades

A Clínica Bem Viver dobrou de tamanho em poucos anos, mas a estrutura de compras continuou a mesma do tempo em que havia só duas unidades. Cada gerente resolvia o dia a dia como dava: cartão de débito pessoal com reembolso depois, dinheiro de caixa pequeno guardado na recepção ou uma ligação para a matriz pedindo autorização para uma compra de cinquenta reais.

Material de consumo, manutenção de equipamento, reposição de insumo em falta, pequenas reformas — tudo passava pelo mesmo gargalo. Quando a compra era urgente, e em clínica costuma ser, alguém pagava do próprio bolso e resolvia a papelada depois.

A consequência aparecia no fechamento. A diretoria só descobria o quanto cada unidade tinha gastado quando o extrato do mês seguinte chegava, sem conseguir separar o que era recorrente do que tinha sido emergência. E parte das compras entrava na contabilidade sem nota fiscal anexada, porque o comprovante se perdia no caminho entre a recepção e o financeiro.

A solução: autonomia com limite e política

A rede adotou um cartão por unidade, com as regras de gasto definidas pela diretoria e configuradas na própria plataforma:

  • Limite mensal por unidade, ajustável em segundos quando uma clínica precisa de mais espaço no mês
  • Política de categorias liberadas por unidade, de acordo com o perfil de atendimento de cada uma
  • Anexo de nota fiscal no momento da compra, direto pelo aplicativo, feito por quem comprou
  • Centros de custo espelhando a estrutura da rede, com visão consolidada para a diretoria

A adoção foi rápida porque resolveu primeiro a dor de quem está na ponta. O gerente deixou de pedir autorização para compras pequenas e passou a operar dentro de um limite conhecido, enquanto a diretoria ganhou o acompanhamento que antes só existia no retrovisor.

A gente não tinha um problema de gasto alto. Tinha um problema de gasto invisível, que só virava número quando já não dava para fazer nada. — Ana Lúcia Ferraz, Diretora Administrativa

Os resultados

  • Seis unidades passaram a operar com limite e política de gasto próprios, sem pedido de autorização para o dia a dia
  • 100% das notas fiscais passaram a ser anexadas no ato da compra
  • O gasto de cada unidade ficou visível no mesmo dia, em um painel consolidado
  • O reembolso de despesa paga do bolso do colaborador deixou de existir na rotina da rede

Com as despesas classificadas por unidade e categoria desde a origem, a diretoria passou a comparar o custo de operação entre as clínicas e a identificar padrões que antes ficavam diluídos no total da rede — do consumo de material por atendimento à frequência de manutenção de equipamento.

O que vem agora

A próxima etapa é usar o histórico por categoria para montar o orçamento anual de cada unidade com base em dados reais, e centralizar a negociação dos itens que as seis clínicas compram em comum.

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